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26 fevereiro, 2011

Esperar nem sempre é o melhor

A pressa pode até ser inimiga da perfeição, mas em certos momentos é preciso correr a ela, não só em questões de saúde, mas também na vida pessoal, quando agente magoa alguém temos que correr contra o tempo para recuperar o que perdemos e então devemos nos esforçar duas,três, mil vezes mais do que antes da burrada, e então, mesmo assim, as chances de recuperar tudo como era é muito rara, porque não só a amizade mas todas as relações são como cristais e depois que quebram mesmo que queiramos colar e deixar ela visivelmente igual, as coisas mudam, nada é igual e então entra o tempo novamente na história, ai passa o tempo e então as coisas vão se acertando e o relacionamento vai normalizando e com maturidade as ‘‘rachaduras ’’ são até esquecidas.
Mas assim como nos filmes que eu não detesto assistir, na vida eu não consigo entender como podem acontecer tantos desencontros, tantas oportunidades pedidas. Quando começa um daqueles filmes onde uma das cenas é a falta de convite que iria ser aceito, mas acaba não sendo feito eu fico irritada, esse tipo de filme me faz querer falar com o cara do filmes: Ei, seu idiota, ela está ali, vai, convida ela de uma vez! Mas não falo nada, tenho sanidade mental, não vou discutir com uma TV até porque normalmente um filme que teve vários desencontros termina com um final onde eles ficam bem e riem de tudo, mas está ai a diferença da vida real e dos filmes, na vida real, se tu perde as oportunidades vai ter alguém para ocupar teu lugar, pra fazer o que tu não fez, e no final ninguém vai rir de nada, vai ser só mais uma das tantas histórias que terminaram, e sim, o final é resultado das duas pessoas que participam da relação, e depois que acabou nem adianta tentar, voltar a cena pra dar aquele beijo, pedir aquelas desculpas ou qualquer coisa do gênero, daí é só deixar subir os créditos finais e ficar o escuro com aquela música de final de filme.

25 fevereiro, 2011

Abusam da impunidade

Estou muito descontente com alguns serviços oferecidos por empresas. Comprei um notebook a um ano e três meses e nesse tempo só pude usar ele durante seis meses, e mesmo depois de um concerto ele se estragou novamente, então liguei várias vezes para falar com o atendimento que não resolveu meu problema e mandaram eu levar o bendito lá na assistência técnica novamente – mas a assistência fica a 40 minutos da minha casa – então eu ainda não levei e nesse tempo fico sem meu produto que paguei caro.
Ontem mesmo, tive outro problema desse estilo, porém foi com a operadora de telefone (Claro) que cria a promoção, omite coisas na propaganda, e depois vem com regras que não estavam especificadas em lugar algum. Eu tive problema logo que me inscrevi e então tive um prejuízo e agora novamente. Sem contar que quando liguei, demorei 3 ligações para me darem uma explicação.
Eles não resolvem as coisas e ficam empurrando e isso irrita muito, eu só queria pagar e ter o que eu paguei, nada mais.
Essas lojas ou empresas grandes, abusam da boa vontade do consumidor porque sabem que muitos não vão reclamar depois, porque se cada consumidor insatisfeito abrisse um processo iria levar tempos para ser resolvido e até lá a pessoa já teria comprado outro aparelho ou até deixado passar. Eu gostaria mesmo de cada vez mais empresas preocupadas em ATENDER BEM O CLIENTE e não em RECEBER BEM O DINHEIRO DO CLIENTE. E enquanto não resolvo meu problema, fico esquecendo deles com outras coisas, até porque a vida é muito mais que esses probleminhas eletronicos.

18 fevereiro, 2011

Daquela velha infância

Os dias parecem mais corridos e as pessoas mais distantes, apesar de tudo a Internet ainda é um meio de comunicação maravilhoso que nos possibilita falar e ver pessoas que a vida leva para outros caminhos. Não sou de achar que tudo de bom da vida foi na infância, mas de uma coisa eu sinto falta , nossos almoços de domingo , aaah que saudade ! Me lembro do partenon e suas árvores, do barzinho do lado, dos kinder ovo, do corredor comprido onde aprendi a dar meus primeiros passos, da mesa dos adultos e das crianças, das brincadeiras de correr, das barbies da minha prima, de jogar Nintendo e comer bolo feito pela dinda de poder só olhar as miniaturas que enfeitavam a sala… Mesmo que o costume não seja mais semanal, alguns dias como o natal é como se voltássemos naqueles domingos de anos atrás, esses momentos trazem tantas lembranças e tantas sensações, quero eu poder no futuro formar uma família linda e unida como a que tenho hoje em dia!

Ohana quer dizer família. Família quer dizer nunca mais abandonar.Ou esquecer.

21 janeiro, 2011

Mulher de Verdade

A mulher de verdade tem celulite, estria, tpm, briga quando o namorado demora a chegar, já pensou em se casar, chorou pra não esganar, perdeu de comprar algo que queria muito por pura preguisa, acordou num dia de festa com espinha, já ficou um dia no inverno sem tomar banho, se sentiu gorda, chorou quando brigou com a melhor amiga, riu com o amigo gay, já se sentiu uma tarada selvagem, teve roupa sem necessidade, adora chocolate, lê livro e queria que fosse verdade, come pensando nas calorias, já quis matas ”as gurias”, já pensou que aquilo era só silicone, acordou com o cabelo rebelde, achou que tava com a razão, não ve problema em pedir perdão, chora vendo filme, detesta se depilar e demorar horas pra se alisar, já quis posar pelada e ate ser muito amada, pensa mil vezes com que roupa ir e até em desistir de sair, quér viver um grande amor, ter uma família feliz e uma viagem pra Paris.

escrito em: 29 de setembro 2010.

19 janeiro, 2011

Eu tento entender a necessidade que me faz escrever, todo tempo, para lembrar, para gravar, para ordenar, essa necessidade me faz ter vários lugares com fragmentos meus, esses lugares tem meus segredos escondidos, minhas vontades, meus desejos. Quando escrevo eu me liberto, eu me invento, eu me recordo e também me esqueço, quando estou escrevendo sou eu escolhendo o que fica do real, o que vai virar estória, eu escolho o fim, o início, o meio, escolho quem eu quiser, posso cortar o tio inconveniente, a amiga que me magoou, as tristezas que marcaram escrever é a principal forma de inventar, é pouco subjetivo e isso facilita no entendimento, mas cada leitor ou leitora encara de um jeito, cada vivencia vai fazer você ler um texto e entender de um modo ou de outro.
Eu queria ter leitores, muitos, para que assim eu pudesse compartilhar o que sei, como numa relação professor-aluno é a relação escritor-leitor, é uma troca intensa e silenciosa que se valoriza principalmente depois que termina. Um leitor após cada texto lido se enche de orgulho, se identifica, se surpreende e se apaixona com um fanatismo diferente dos do cantor, porque quando lemos alguém é como se soubéssemos dessa pessoa e por isso nos identificamos.
Participando de uma brincadeira num blog que eu não conhecia entendi o quanto uma pequena iniciativa faz a diferença, e para a dona dessa ideia demonstro a minha sensação ao poder divulgar o que eu considero arte, divulgar talentos que normalmente são esquecidos. A Lú foi ela quem organizou, fez meninas se juntarem por um motivo e mesmo não tendo sido o mesmo de eu ter criado o meu blog, acho válida toda a forma de divulgação e para ela agradeço em nome de todas as pessoas que estiveram envolvidas durante esse tempo, essa iniciativa faz com que as meninas tenham cada dia mais vontade de divulgar o seu talento, seja ele qual for. Fico muito feliz pela iniciativa e pela vontade. Beijos, da Bruna Mendes.

18 janeiro, 2011

Sobre mim, para o BBB.

Eu sinceramente acho esse o mais fácil de todos os temas que eu abordei, não só porque não precisa de pesquisa, mas porque é uma coisa que eu sei bem, mesmo que eu mude de opinião e de gosto – porque a vida é transitória – falando de mim me sinto a vontade, sem medos de errar, porque eu sou a única pessoa que posso falar e desfalar de mim quando eu quiser sem pagar muito por isso.
Eu sou Brasileira, Gaúcha – amo meu estado – nascida em Porto Alegre, mas moro em Viamão á 14 anos, fiz a pré-escola e estudei em boas instituições onde existiam valores que eram passados para os alunos, acabei o colégio e agora vou passar o ano estudando para passar na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) onde pretendo cursar Arquitetura e Urbanismo, depois disso não sei o que farei, posso decorar, construir, organizar e muitas outras coisas, pois esse é um curso que tem muitas opções.
Tenho 17 anos, sou vegetariana e geminiana de junho e sou muito do meu signo, sou indecisa, sou mudança, pra mim é sempre época de recomeçar, se não está dando certo é muito simples, só terminar, se está tudo bem então tá bom, sou muito organizada com meus calendários, agendas, listas e mais listas. Não sou muito fácil de conviver porque algumas manias me irritam, eu não consigo conviver e nem gostar de gente que mente e é maldosa. Tenho vários amigos, se precisar eu brigo, sou meio mãe, quero sempre dar conselhos e tenho um pouco de ciúmes e na maioria das vezes brinco com isso, nos últimos dois anos a minha vida de amizades mudou muito, menos as ''amigas de sempre''. Eu sou muito de fazer, sou criativa e adoro fazer presentes, e textos – amo escrever principalmente para as pessoas que são importantes, gosto sempre de mante-las informadas sobre o que eu sinto a respeito delas – não gosto muito do subentendido, tem que ser tudo dito. Sou muito justa e correta, uso o cinto, siga as regras, faço o certo e por ai vai, é como se eu não me incomodasse de seguir as regras, porque pra mim elas fazem parte e é tão normal agira certo. Tenho sempre uma análise psicológica para tudo, para mim tudo é explicável por coisas que estão dentro da nossa cabeça. Sou o físico do meu pai e o sentimental da minha mãe.
Gosto de fazer muitas coisas, ir pra casa do meu pai, ver meu namorado querido: Rafael Rodrigues, pintar, fazer cadernos, ver filmes, comer, formaturas, lugares verdes, músicas clássicas, lentas, bonitas, gosto de ler revista, olhar a noite, comprar coisas de promoção, pintar as unhas, e várias outras coisas. Eu não gosto de poucas coisas, do tipo insetos ou filme de terror, também não gosto muito de falar que odeio ou detesto, porque a energia dessas palavras é meio ruim, são palavras muito fortes.
Meu meio de comunicação preferido é internet, onde mecho no meu Twitter, Tumblr, Blog, Orkut, Hotmail – sempre olho minha caixa de e-mails –. Mas uso a maioria para manter contatos que não vejo com freqüência e para escrever. Escrevo desde sempre, português foi sempre mais fácil e pretendo escrever um livro para a minha avó e família, quando tiver uma boa ideia começo ele. Além desse tenho vários sonhos, casa própria, carro, família, viagens, mas tudo vem com o tempo se eu me esforçar – e eu vou –.
Meu quarto é meu mundo, como já disse em algum dos meus textos, lá tem tudo que eu preciso, tem uma mini casa é quase dividido em áreas onde tem da cozinha ao jardim, é como se lá estivesse segura e bem em qualquer momento ou ocasião, mas é sempre bagunçado pelo excesso de coisas em pouco espaço, mas aproveito bem todos os cantinhos dele.
Meu blog pra mim é um local onde eu torno publico o que considero bom, textos, frases, ao contrário da maioria dos blogs femininos no meu, raramente falo de bolsas, sapatos e nem esmaltes, eu falo sobre sentimentos, sobre problemas alheios, sobre a minha opinião de algum tema público, não falo muito de mim, porque acho que essa coisa de se colocar como peça chave de um problema e justificar as coisas por isso não me serve, fiz trabalho voluntário e vi gente que realmente tem problema, claro que o problema tem para cada um uma proporção diferente, mas tem pessoas que usam eles e eu não acho legal isso. Eu gostaria de ter muitos leitores, fazer as pessoas pensarem e ajudar com minhas palavras, mas sei também que tem muita gente boa, gente que não é reconhecida e passa a vida no anonimato então acho que essa é uma questão de chance e sorte.

Sobre mim, hoje, era isso.

06 janeiro, 2011

O cara ideal

Manda flores, toca violão, não me troca pelas amigas, dividiria um pote de sorvete no meio da praça de alimentação do Iguatemi, me levaria num parque de diversão, num piquenique e na praia, numa fazenda e para uma cabana, gosta de fazer massagem, e de Caetano Veloso, dirigir, escrever, dançar e luz de velas, me levaria para jantar em restaurante em ocasiões especiais, sabe cantar em inglês, faz criticas construtivas, divide planos e sonhos, faz surpresas, é fiel, dá carinho, diz que lembrou de mim quando passou pelo local onde demos o primeiro beijo, sabe o meu esmalte e filme preferido, conhece meus amigos e quer que eu conheça os dele, adora a família, me respeita, principalmente na frente dos outros, gosta de ligar e estar presente, tem um beijo levemente seco, gosta e viajar, de mãos dadas, de tirar foto, de dar colo, de pétalas de rosa, de presentes, de música lenta.

Reconquista

A pressa pode até ser inimiga da perfeição, mas em certos momentos é preciso correr a ela, não só em questões de saúde, mas também na vida pessoal, quando agente magoa alguém temos que correr contra o tempo para recuperar o que perdemos e então devemos nos esforçar duas,três, mil vezes mais do que antes da burrada, e então, mesmo assim, as chances de recuperar tudo como era é muito rara, porque não só a amizade mas todas as relações são como cristais e depois que quebram mesmo que queiramos colar e deixar ela visivelmente igual, as coisas mudam, nada é igual e então entra o tempo novamente na história, ai passa o tempo e então as coisas vão se acertando e o relacionamento vai normalizando e com maturidade as ‘‘rachaduras ’’ são até esquecidas.
Mas assim como nos filmes que eu não detesto assistir, na vida eu não consigo entender como podem acontecer tantos desencontros, tantas oportunidades pedidas. Quando começa um daqueles filmes onde uma das cenas é a falta de convite que iria ser aceito, mas acaba não sendo feito eu fico irritada, esse tipo de filme me faz querer falar com o cara do filmes: Ei, seu idiota, ela está ali, vai, convida ela de uma vez! Mas não falo nada, tenho sanidade mental, não vou discutir com uma TV até porque normalmente um filme que teve vários desencontros termina com um final onde eles ficam bem e riem de tudo, mas está ai a diferença da vida real e dos filmes, na vida real, se tu perde as oportunidades vai ter alguém para ocupar teu lugar, pra fazer o que tu não fez, e no final ninguém vai rir de nada, vai ser só mais uma das tantas histórias que terminaram, e sim, o final é resultado das duas pessoas que participam da relação, e depois que acabou nem adianta tentar, voltar a cena pra dar aquele beijo, pedir aquelas desculpas ou qualquer coisa do gênero, daí é só deixar subir os créditos finais e ficar o escuro com aquela música de final de filme.

Gente revoltada

Coisa mais impressionante é ver que tem gente que está sempre se revoltando, é contra política, igreja, policia, leis de trânsito, natal, aniversário, gênero musical, ator e tantas outras coisas que eu poderia passar mais algum tempo listando, sei que realmente algumas coisas não vão nos agradar, mas me incomoda essa ”mania” de ser revoltado, porque normalmente são revoltas contra coisas que as pessoas desconhecem, criticam sem ter o mínimo de argumento consistente no que está falando, eu não me contento, quero sempre saber o motivo e normalmente sinto uma imensa vontade de ir lá e perguntar algumas coisas básicas e que eu sei que a pessoa não saberá responder. Então antes de sair sendo contra e se revoltando com o mundo conheça as coisas porque só o conhecimento trás bons argumentos.

Dependência adolescente

Coisa mais comum é ver adolescentes com namorados fixos, de anos em muitos casos, com compromissos mil vezes combinados e aliança no dedo, praticalmente levam vida de marido e mulher exceto pelos fatos de estarem estudando, serem menores de idade e morarem com os pais mesmo assim tem uma certeza que aquela outra pessoa será o amor de suas vidas até a morte. Claro que eu acredito que isso seja uma evolução, séculos atrás escolher o próprio namorado era impossível, dormir na casa do amado era praticalmente um crime, mas também acho que é tudo muito exagerado nesses a amores de adolescencia, é tudo muito levado á sério, não pode, não pode, não pode, um relacionamento que deveria ser ”curtição” vira prisão, onde existem regras e mais regras para a pessoa se encaixar ou rua, gostar que deveria ser sem aquela pressão vira um medo onde devemos sempre pensar pro outro e não simplesmente agir para o outro, acredito que em tudo existe um meio termo e principalmente em relacionamentos ele deve ser encontrado, porque ninguém quér viver sem regras mas viver num aprisionamento é bem pior.

A tristeza de um hospital

Ao longo de toda minha vida fui à poucos hospitais, mesmo assim sempre encontrei um lugar calmo, com cores claras, com higiene impecável e tudo mais que se espera de um lugar onde as pessoas ficam para se recuperar, porém hoje tive uma experiencia diferente, diante de um hospital público, vi a tristeza que todo aquele lugar transmitia, as paredes aos pedaços, as janelas caidas, os móveis antigos, e uma higiene razoável -o mínimo para um centro de saúde- e então me perguntei mais uma vez: para onde vai o dinheiro público, que não veio pra esse hospital? e fico sem resposta, porque tecnicamente o dinheiro está lá e realmente está, mas apenas uma parte, porque o resto se perde no caminho, nas contas bancárias de quem tem acesso, nos casarões e nas viagens de politicos que nem sabem o que são hospitais assim, eles nem passam perto, entram em seus carrões/aviões e lá ficam de um lado para o outro fazendo o bem ”para nós”. Já estou cansada de toda essa corrupçãp, de gente sem carater que se elege porque tem brasileiro que é burro e vota em quem apronta, vota sem conhecer ou muitas vezes nem vota, porque tem cargo que nem somos nós quem escolhemos, mas enquanto isso não muda, me contento com aquela tristeza toda, com as paredes despedaçadas e a simpatia de alguns profissionais que mesmo num lugar daqueles consegue rir e fazer brincadeiras.

Eu amo...

Quér saber eu amo viver super protegida, amo ter uma familia que cuida a minha vida, amo ter meus amigos que me falam quando eu não to legal, amo deitar na minha cama e pensar que o dia foi bem aproveitado, amo ganhar massagem, amo viajar ou passear, amo ir à shows e pular bastante, amo dançar, amo comer sorvete, amo aniversários, amo qualquér data comemorativa, amo pisar em folhas secas, amo me imaginar futuramente, amo poder cantar, dançar, pular, amo ter uma mãe pra se orgulhar, amo tanta coisas que nem tem como numerar.

Crítica de texto

Acabo de ler: Liberdade. um raro prazer de Jardel Sebba, um bom texto justificando o prazer do vício de fumar, porém chega a uma parte onde ele diz que a fumaça incomoda os outros mas isso não é motivo suficiente para que ele pare pois existem várias coisas que incomodam ele também (como pessoas vestidas inadequadamente, ou com estilo musical diferente ou pessoas que falam alto), mas eu discordo plenamente, porque não se pode comparar algo prejucial a saúde alheia com uma preferência pessoal.
O discuso dos fumantes é sempre o mesmo, mas não entendo como as pessoas se tornam tão egoístas a ponto de se justificarem com a falta de respeito dos outros, acho que as pessoas deveriam respeitar o seu espaço e o do outro e a falta de senso do outro não pode ser motivo para eu perder o meu. Deixo as pessoas fazerem o que quiser, com tanto que não me incomode.
Ps. Com excessão dos meus amigos, que se eu pudesse controlava todos os passos para que não fizessem nada prejudicial a saúde física e mental.

Cadê a fórmula do amor?

Com o tempo agente aprende que não existe uma receita para tudo dar certo e termos um namoro duradouro, as vezes somos mais felizes com um longo caso do que com um namoro em si, mas o importante é que não tem regra, cada um vai inventar um jeito novo de se reapaixonar e de fazer a outra pessoa se apaixonar, algumas pessoas necessitam de muito, outras com poucas palavras já estão convencidas, mas independente da forma que for criada pelo casal o importante é não deixar essa ”chama” se apagar, temos que estar sempre querendo encantar e trazer novidades pra nossas vidas, e assim certamente o relacionamento dura e é cada vez mais feliz, por que as surpresas são a apimentada de uma vida morna.

Coisas que eu não entendo

Eu sei que vivemos num mundo de diversidades e diferenças, mas tem coisas que eu simplesmente não consigo entender, por mais que eu me esforce. Não entendo quem fuma, quem bebe excessivamente a ponto de nem saber o que fez na noite anterior, quem fica muito tempo com alguém que só faz ela sofrer, pessoas que falam mal de todo mundo e quando falam delas ficam revoltadas, pessoas que fazem de tudo para serem comentadas e quando são falam que não querem que cuidem a sua vida, quem odeia muita coisa, quem tá sempre reclamando, quem quer quebrar todas as regras, quem não pretende fazer a diferença, quem vê filme de terror, quem briga, quem não se aceita como é, quem não gosta de chocolate, quem não entende que até a sétima série eles não se importam com estética, quem espanca os filhos, quem mata outra pessoa, quem humilha, quem não cuida dos animais, quem não ajuda os outros, quem não se importa com o tempo no banho porque os ”outros” não se importam, quem não acredita que riquezas naturais vão realmente acabar ou que não cuidam de nada porque não estarão aqui no futuro, quem mente, que as pessoas confiam em alguém que fala mal da melhor amiga, quem não respeita os outros, quem não entende que vivemos em sociedade e com regras, quem fala palavrão toda hora, quem joga lixo no chão, quem consegue comprar coisas roubadas, quem quer se livrar logo do colégio, quem não consegue amar a si mesmo, mas talvez eu nunca entenda mesmo.

Ter um amigo, é ter um amor

Quem não conhece alguém que jura não ter tido um amor? Eu mesma conheço várias pessoas que dizem que não estão amando ninguém, e então eu me pergunto se agente consegue realmente ficar um dia sem amar ninguém, somos humanos e temos necessidade de amor, por mais que não tenhamos encontrado alguém para uma relação marido e mulher (e até marido x marido e mulher x mulher), passamos o tempo inteiro amando, desde o primeiro momento quando olhamos nos olhos da nossa mãe e sabemos que vamos precisar dela por um bom tempo, até as relações de amizade que vivem se fortalecendo e nos mostrando que o amor está sempre presente, eu vivo o amor mesmo sem ter namorado, eu vivo o amor quando eu rio com meus amigos, quando eu ganha um bom dia ou um simples abraço apertado. Só realmente não tem amor, quem vive sozinho, excluído do mundo e que provavelmente não conheceu ninguém.

Para alguém que se foi e não mais voltará. 2

Têm dias em que me lembro dele, e me dá saudade, mas o pior de tudo é saber que nunca mais o verei, e eu não falo como alguém que faz uma promessa para parar de comer chocolate, falo como alguém que realmente sabe que pelo menos nessa vida não nos veremos mais, não que seja falta de vontade minha, mas por algum motivo muito maior ele foi embora muito mais cedo do que o planejado, e isso é triste. Sinto falta até de coisas que nem foram, alguns planos meus que eu sei que mesmo se forem realizados, serão diferentes do idealizado a uns anos atrás. Mas eu me lembro como se fosse ontem, lembro de tudo, do começo até o fim, e quase tudo foi muito bom, só não vou dizer que foi tudo, porque num relacionamento sempre acontecem problemas, ou até mesmo decepções, mas o amor não diminui, algumas vezes ele até crescia, porque quando eu me importava era porque eu gostava e queria cuidar, mas confesso que tantas vezes até tive dúvidas desse amor, mas até hoje, as vezes ouço algum bom comentário sobre nossa amizade. Naquele dia triste, eu não me sentia confortável e só estava sozinha, fui surpreendia e nem sabia como agir, e então como um flash me vem a imagem de uma cena que me marcou muito, uma menina me confirmando quem eu era e dizendo: Ele gostava de ti, ele sempre falava de ti, e aquelas palavras me fizeram sentir bem, porque exatamente naquele momento eu desconfiava do contrário.
Tenho a certeza, e talvez uma das únicas, que eu sempre valorizei ele enquanto tava perto, sempre disse que amava, sempre abracei, sempre cuidei, e então tive certeza que a maior mentira é dizer que todas pessoas só dão valor quando perdem, pode até ser a maioria, mas comigo não, eu consegui demonstrar tudo que sentia, e mesmo assim agente sempre acha que poderia falar mais, quando percebe que falar já não é mais uma opção. M♥

Sobre quem namora como se estivesse casando

Eu não entendo quem namora como se tivesse casando, gente que de uma hora para outra não sai mais com os amigos, e vive só com uma pessoa, o tempo inteiro e quando não está com ela, está esperando ela. Eu espero nunca me envolver desse modo com ninguém, porque é muito ruim, abrir mão de si mesma para alguém, além de ser masacrante para os dois lados que vivem uma relação sem mais pessoas. Eu acho legal intimidade, segredinhos e ser a única namorada, mas para mim é fundamental passar um tempo com os amigos ou até mesma ficar sosinha, continuar indo as compras sem ninguém ou passar um tempo organizando lembranças. Quando as pessoas se envolvem assim, normalmente não pensam que pode um dia acabar tudo e nesse dia vão ver que contar tudo para um cara e passar o tempo todo com ele, não era tudo, porque mesmo querendo reviver os momentos com as amigas, já se perdeu muita coisa, muitas histórias, claro que as amigas vão entender e vão acolher, afinal de contas são amigas, mas eu desejo à todo mundo um namoro com muitos momentos juntos, mas também com muitas risadas e segredos de amiga.

Juventude perdida

Vejo uma porção enorme de adolescentes que falam em não perder a sua juventude, que tem que aproveitar, que tem que fazer loucuras agora, que tem que viver intensament, eu não entendo muito bem o motivo, não só porque, pra mim, a vida inteira iremos fazer loucuras ou aproveitar intensamente, mas também porque o que chamam de aproveitar me parece mais desperdicio de tempo, hoje em dia se age pelo modismo, não se tem mais ideias na cabeça e muitas vezes vão na onda por impulso e culpam bebidas – essas são as maiores vítimas, mas elas não falam e é muito mais fácil do que responsabilizar alguém, largam todo o peso da culpa em cima das coitadas – Eu sei que talvez sempre tenha sido assim, mas queria mesmo que as pessoas vissem que não importa quando elas vão fazer as maiores loucuras da vida, elas tem que fazer com vontade e com consciência de que tudo tem um preço e muitas vezes o sigilo já diminui muito o seu valor. E querendo a mudança, começo por mim, uma adolescente que pensa.

Colegas de colégio

No convivio em turma muitas vezes para não explodir o segredo é fingir que não escutou, ou pensar que realmente tem gente que não pensa e continuar no silêncio, mas eu sempre penso como pode ter gente tão irritante e infantil que não consegue deixar de lado todo preconceito nem por um minuto, gente que ao invés de aproveitar para apender o máximo com a convivência fica com birra e reclamando de tudo que é proposto. Principalmente nas funções de final de ano, ou outras decisões que envolvem as opiniões do grande grupo, tem sempre uma lá, sempre a mesma, mesmas brigas e sempre um lado negativo. Sorte minha ter outros 40 colegas que se salvam do mau gosto e egoísmo. Mas tirando esses probleminhas, nada melhor que conviver com os amigos, todo dia e por muitos momentos.